Curso de Escultura

Curso de Escultura com Tomé Coelho
Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços – Ecomuseu Municipal do Seixal
13 de Outubro – 10 de Novembro de 2019

No âmbito da residência artística de Musa paradisiaca na Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços, a decorrer desde Julho de 2018, estão abertas, até 9 de Outubro de 2019, as inscrições para o Curso de Escultura dirigido por Tomé Coelho, em parceria com a MArt.

Tomé Coelho é um artista e escultor santomense, especializado no uso da madeira. Modelador nato, é colaborador de longa data de Musa paradisiaca. Oscilando entre a produção de artesanato vernacular e a escultura para-animista, Coelho partilhará o seu conhecimento sobre a madeira, no decorrer de um conjunto de sessões de modelação colectiva de grande escala.

Destinatários: Máximo de 15 participantes, maiores de 18 anos

Horário e Local: Domingos, 10h30-16h30
Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços, extensão do Ecomuseu Municipal do Seixal
Av. Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços, 146 Corroios, Seixal

Calendário de sessões programadas:
4 sessões de trabalho: 13, 20, 27 de Outubro e 3 de Novembro

Sessão pública de apresentação do trabalho desenvolvido: 10 de Novembro, 16h

Condições de inscrição:
Pagamento de propina (100€/inscrição externo), (20€/inscrição residentes MArt)

A antiga Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços, na freguesia de Corroios, concelho do Seixal (Portugal) foi, em 2012, classificada como monumento de interesse público. O conjunto patrimonial assim protegido, também denominado Circuito da Pólvora Negra, foi integrado, em 2001, no Ecomuseu Municipal do Seixal, mediante doação ao Município do Seixal/Câmara Municipal pelos seus proprietários (Sociedade Africana de Pólvora), após cancelamento do alvará industrial. A sua instalação remonta ao final do século XIX e início do século XX, destacando-se, no seu actual contexto patrimonial e museológico, a conservação operacional do seu sistema de produção de energia mecânica a vapor.

Musa paradisiaca é um projecto artístico de Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986), centrado no diálogo. Assente em parcerias temporárias com entidades de variada competência, Musa paradisiaca assume diferentes formas, mantendo um caráter discursivo e participativo. Daí deriva a proposta para a criação de uma família pensante que, a várias vozes, se afirma.